Dos metrôs aos finais de semana.
No Rio de Janeiro é assim: as escadas rolantes dos saguões da General Osório (Ipanema) são muito devagar. O pessoal corre na velocidade proporcional que movimentam suas cabeças com o trabalho. A gente tem que fazer um alarde para os motoristas de ônibus pararem no ponto, se não meu amigo, eles passam batido.
Porém, pelo menos ao chegar no metrô, mesmo que não encontrem lugar pra sentar, puxam seu livrinho de bolso e viajam numa leitura rápida de 5 ou 15 minutos. A cultura é perceptiva. No Leblon, do ladinho da minha casa, tem uma livraria 24 horas. Que maravilha! Teatros, palestras, cursos e muito Samba na Lapa no final de semana. É lindo de se ver. De Segunda á Sexta-feira é aquela seriedade toda da história do metrô, cada um faz o seu com o mesmo objetivo: ter ca$h no bolso. Mas no final de semana, esse povo trabalhador e otimista, se diverte com uma energia inexplicável. Até aqueles que têm motivos pra chorar, puxam um sorrisão do fundo do coração ao ouvir um samba raiz, tipo assim: E o Rio de Janeiro continua lindo.
Quanta experiência, emoções, ações e reações. Acho que comecei a escrever quando me mudei pro Rio de Janeiro.
Meu “coração” é “Barriga Verde” mas agora minha vida é no RJ.
Essa é do MC Eltin: “Só quem é de Floripa sabe porque essa Terra eu não deixo”.
Um salve pra Floripa!
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